sexta-feira, 26 de agosto de 2011

PLANEJAMENTO INTEGRADO

 Todos sabemos que um bom desempenho das ações pedagógicas depende do modo pelo qual essas ações são planejadas.
Nesse sentido, o ato de planejar vai além das descrições das atividades a serem desenvolvidas, ele surge das discussões coletivas, considerando a proposta curricular do CEMCS.
Além do planejamento mensal, os professores da Escola Celestino de Sousa reunem-se semanalmente por área ou disciplina e juntos recebem e discutem propostas didáticas a serem aplicadas nas aulas durante a semana.
Num primeiro momento, essas ações que pareciam desnecessárias, aos poucos foram tornando-se imprescíndiveis onde os próprios docentes reconhecem a importância dessas ações.
Começamos essa experiência no 2º Bimestre com os professores da área de Linguagens (vocês já viram um resumo dessas reuniões, sempre postadas aqui). Nesta área, a melhoria do desempenho da maioria dos alunos nas provas do SAMEB foi comprovada com os professores que participam do projeto.
Neste 3º Bimestre resolvemos estender esse projeto a todas as áreas. Cada disciplina passa a ser orientada e coordenada por um professor com formação e experiência na área.
Aos poucos, vamos inserir no blog não só o resumo das reuniões de Linguagens, mas também o das demais áreas.
Aguardem...

INTEGRAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA

Objetivando fortalecer a relação família-escola, foi realizada neste dia 16/08/2011 a REUNIÃO DE PAIS E MESTRES, nos turnos manhã e tarde, contando com uma participação expressiva desses segmentos.
Na oportunidade foram discutidas ações administrativas visando um melhor funcionamento da escola e pedagógicas com ações voltadas para a melhoria na aprendizagem.
Esse momento significou o cumprimento das metas para 2011 e reforçou a parceria da família na educação escolar.




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mapa da pesquisa confiável na internet - Gestão Escolar

Vejamos abaixo a reportagem retirada do site da Revista Gestão Escolar. Muito boa para ficarmos atentos quando o assunto é pesquisa na internet.
Como eles mesmo escreveram: "Um guia para fugir das ciladas e encontrar informação relevante no universo virtual". Reportagem de Fabiana Sayeg (novaescola@atleitor.com.br)
Boa leitura.


Pesquisa na internetNo início deste ano, NOVA ESCOLA promoveu encontros com um grupo de professores para entender como os docentes procuram informações para suas aulas na internet. De modo geral, os educadores recorrem a dois campeões de audiência.
O primeiro, nenhuma surpresa, é o Google, líder no ranking de sites de busca, preferido por 92% dos usuários brasileiros. O segundo é a Wikipédia, enciclopédia colaborativa que atingiu, em fevereiro deste ano, a impressionante marca de 17 milhões de verbetes (680 mil deles em português).
Em termos de abrangência e agilidade, não há como competir com esses oráculos da vida moderna. Entretanto, quando o assunto é informação confiável, é preciso tomar alguns cuidados - não apenas nesses dois sites, mas em todo o ciberespaço. A seguir, um guia com lições sobre o que, como e onde pesquisar ajuda a melhorar a qualidade de suas buscas virtuais.
1. Identificar a informação confiávelAlgumas pistas que indicam se a informação é digna de crédito estão no próprio texto. A primeira delas: o autor está identificado? Se está, é sinal de que ele se responsabiliza pelo que escreveu. Verifique também se a pessoa é especialista no tema. Notoriedade não garante a veracidade, mas transmite mais respaldo ao escrito.
Quando o assunto é Educação, uma busca pelo currículo acadêmico na Plataforma Lattes ajuda a mostrar o que, de fato, o autor produziu. Outro caminho é verificar o cuidado no uso da língua. "Um site que não respeita as regras básicas do idioma demonstra desleixo com a apresentação dos dados", diz Luciana Maria Allan, diretora-técnica do Instituto Crescer, em São Paulo, entidade especializada em estratégias de aprendizagem no mundo digital.
Confira também as provas de veracidade da informação, que demonstram a autenticidade do que se diz: há relatos e testemunhos? Os entrevistados têm nome e sobrenome ou estão escondidos sob expressões como "especialistas afirmam"? Por fim, é preciso atentar à data de publicação. Mesmo acontecimentos históricos estão sujeitos a revisões e a novas descobertas, o que pode invalidar explicações antigas.
2. Avaliar a qualidade das opiniõesFala-se muito na necesidade de distinguir informação de opinião. Mas, na prática, essa é uma tarefa das mais difíceis, já que a linha que separa uma coisa da outra, na maioria dos textos, não existe. "Quem redige toma decisões em larga medida subjetivas, influenciadas por suas posições pessoais, seus hábitos e suas emoções", reconhece o Manual da Redação do jornal Folha de S.Paulo. Ainda assim, vale evitar textos fortemente adjetivados.
Como regra, opiniões devem estar baseadas em argumentos e evidências. Perceber os interesses do autor também é fundamental. É ingênuo pensar, por exemplo, que um fabricante de remédios trará dados imparciais sobre seus produtos. Sobre o posicionamento do autor, note o seguinte: ele se distancia das fontes com expressões como "segundo" e "de acordo com"? Abre espaço para opiniões contrárias, contestações e dúvidas sobre as conclusões? Em debates polêmicos ou em questões não plenamente desvendados pela ciência, isso é essencial.
3. Questionar o primeiro resultado do GoogleOs detalhes de como o Google ranqueia os sites durante uma busca são mantidos em sigilo. Sabe-se que a lista se baseia numa fórmula com dezenas de variáveis, como o número de acessos e a quantidade de links apontando para a página. Como a confiabilidade não é uma preocupação central, algumas empresas contratam especialistas em programação para turbinar sua posição na lista.
A revista Exame de 6 de abril ilustrou essas artimanhas com um exemplo: ao digitar "cirurgia plástica" no Google, o site de Ivo Pitanguy - uma das maiores autoridades na área - aparece apenas no final da terceira página de resultados. No topo, médicos em início de carreira e empresas que financiam intervenções estéticas.
Moral da história: o primeiro nem sempre é o melhor, muito menos o mais crível. Para encontrar o que se deseja, pode ser necessário clicar em várias páginas - ou, ainda, refinar a forma como se busca a informação.
4. Extrair o máximo de sua pesquisaO próprio Google ensina a sofisticar suas investigações. Na página inicial, se você clicar em "pesquisa avançada", encontrará opções de busca com todas as palavras digitadas, apenas no idioma escolhido, por tipo de arquivo (.doc, .pdf) e assim por diante. Na maioria das vezes, não é preciso ir tão longe. Basta digitar as palavras buscadas entre aspas - a pesquisa só trará páginas em que elas apareçam juntas.
Para dar uma ideia, os termos Educação especial, sem aspas, retornam 6 milhões de resultados. Com elas, "apenas" 1,1 milhão. Outra estratégia é filtrar os resultados pelos sites que você já sabe que são confiáveis.
A forma mais simples de fazer isso é digitar a expressão entre aspas e, em seguida, o nome do site. Por exemplo, a busca "Jean Piaget" "nova escola" retorna principalmente reportagens da revista sobre o pesquisador suíço.
5. Usar a Wikipédia com sabedoriaNão dá para ignorar a utilidade da Wikipédia, mas é preciso utilizá-la com cuidado. Como são os próprios internautas que alimentam seu conteúdo e não existe uma checagem oficial feita pelo site, pode haver informações erradas. Para se prevenir, a enciclopédia desenvolveu uma política de verificabilidade, cujo preceito principal é que os verbetes devem conter as referências de onde a informação foi tirada - revistas, jornais, periódicos científicos etc.
Quando os artigos não possuem essas citações (indicadas no fim da página como "notas e referências"), internautas podem sinalizá-los com uma marcação antes do texto: "Esta página ou seção não cita nenhuma fonte ou referência". Olho aberto para artigos com esse e outros símbolos, como "artigo controverso" (para textos excessivamente parciais) e "artigo ou seção que podem conter informações desatualizadas".
Para saber como determinado verbete chegou à sua forma atual, clique em "ver histórico", na parte superior da tela, onde estão todas as mudanças feitas no texto.
6. Recorrer a bases e fontes conhecidasA palavra-chave aqui é a checagem da informação. Se ela está na base de dados de uma universidade ou faz parte de uma publicação acadêmica, provavelmente passou pelo crivo de especialistas no tema. Se está num meio de comunicação respeitado, passou ao menos pela checagem do editor.
Lúcio França Telles, professor da Universidade de Brasília (UnB), alerta para o uso do popular Yahoo Respostas, em que os textos dos internautas não passam por nenhuma conferência. Melhor recorrer ao Google Acadêmico, que busca resultados apenas em livros e periódicos universitários, ao Scielo e ao portal de periódicos da Capes, bibliotecas virtuais com artigos, livros, enciclopédias e obras de referência.
Para os alunos, vale indicar a respeitável Enciclopédia Britannica. Não custa lembrar ainda que, quando o assunto da busca é Educação, o nosso site é um grande aliado.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ENCONTRO LINGUAGENS 15-08-2011

No planejamento da área das Linguagens desta semana vimos as alternativas para aplicação dos conteúdos com a turminha.
Estiveram presentes no dia 15/08/2011, um verdadeiro clube da Luluzinha: Leila Márcia, Sandra Santos, Areuda Lopes, Rita Oleni e Eunice Barreto. A queridíssima Yáskara não pode comparecer, uma pena realmente. Também lamentamos a ausência do sempre animado Sandocládio. Melhoras, professor.
Nosso encontro iniciou com a leitura feita pela professora Areuda do texto A PROFESSORA E A MALETA, retirado do livro A Casa da Madrinha, de Lygia Bojunga. Refletimos o quanto é importante termos uma maletinha guardada para inovarmos nossa aula e trazermos nossos alunos para dentro da sala, realmente.

Logo depois, passamos aos trabalhos. As meninas relataram a semana e como desenvolveram o trabalho. Nossos alunos estão estimulados com as propostas de Seminários e debates.
então, passamos às sugestões para esta semana. As sugestões focaram no desenvolvimento da exploração textual e o trabalho da gramática. Alguns conteúdos foram aceitos, outros modificados. Vejamos como foram sugeridos:
Para o 6º Ano:
Foi sugerida uma atividade para diferenciação do texto poético e texto em prosa: o Caminho Literário. E outra para trabalhar com palavras homônimas: o Dominó dos Homônimos.
Para o 7º Ano:
A sugestão foi trabalhar com os pronomes pessoais oblíquos, numa perspectiva de produção textual. A ideia era troca de cartas pessoais com as salas de 7º ano e durante a escrita e as correções, o professor ia aplicando e explicando as regrinhas básicas desses pronomes.
Porém, nossas professoras ainda estão trabalhando Adjetivos e preferindo dar continuidade ao trabalho primeiro.
Para o 8º Ano:
Foi sugerida uma atividade com o texto "Tecnologia para ricos ou pobres", retirado do site:
As professoras pediram as cópias e aplicaram a técnica apresentada, que consiste em explorar o texto e na interpretação, construir respostas com orações coordenadas.
Para o 9º Ano:
A sugestão foi uma atividade retirada da coletânea da Olímpiada da Língua Portuguesa, caderno Crônicas. O texto PELADAS, uma crônica de Armando Nogueira, propõe uma atividade para trabalhar com figuras de linguagens.

Bom, foi isso!
Vamos esperar pra ver como será semana que vem!
Obrigada pessoal e boa semana pra vocês.
Beijinhos.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

VOLTAMOS!!!

Oi pessoal, voltamos das férias com aquele espírito aventureiro: Prontos para todos os desafios do 2º Semestre!
E já começamos com tudo: nesta segunda, dia 08/08/2011, tivemos nosso 1º encontro do planejamento das Linguagens e Códigos. O encontro foi marcado pelo despedida da querida professora Yáskara, que vai curtir a licença maternidade do tão esperado Luís Yudi. Boa sorte e sentiremos sua falta.
Neste encontro estiveram presentes os professores: AREUDA LOPES, EUNICE BARRETO, SANDRA SANTOS, LEILA, RITA OLENI, SANDOCLÁDIO ARAÚJO, YÁSKARA e ELISANGELA SANTIAGO.
Procuramos trabalhar como sempre, com a Proposta Curricular da Secretaria Municipa de Educação.
Foram sugeridas atividades para a 2ª semana de Agosto para melhor aplicação dos conteúdos nas séries de 6º ao 9º ano.
Os professores participaram bastante e relataram o sucesso do nosso projeto dentro de sala de aula. FICAMOS MUITO FELIZES COM ISSO.
O cronograma semanal para cada série apresentado está descrito abaixo: 
            CRONOGRAMA SEMANAL: 6º ANO
             2ª Semana de Agosto – 08 a 12/08
Verbetes (exploração da temática Esportes-Futebol para produção de um dicionário de verbetes típicos do futebo).
              3ª Semana de Agosto – 15 a 19/08
Diferença entre texto poético e texto em prosa;
Palavras homônimas.
               4ª Semana de Agosto – 22 a 26/08
Classes de palavras:
Adjetivos – 02 aulas
Pronomes – 02 aulas
Artigos – 01 aula
             5ª Semana – 29 a 31/08 a 01 a 02/09
Pesquisa para apresentação oral por grupos, visando o estudo dos efeitos de sentido e recursos estilísticos (implícitos, tom, metáfora, associação cognitiva).
Adivinhas;
Piadas;
Provérbios.
            CRONOGRAMA SEMANAL: 7º ANO
               2ª Semana de Agosto – 08 a 12/08
Direcionamento para o Seminário: (02 aulas)
1)      Divisão de Grupos;
2)      Apresentação da temática proposta no livro didático;
3)      Marcar a data para a apresentação.
Revisão do ponto de vista do narrador a partir do estudo do texto “O primeiro beijo”. (03 aulas)
           CRONOGRAMA SEMANAL: 8º ANO
                 2ª Semana de Agosto – 08 a 12/08
Direcionamento para o Debate – Mesa-Redonda: (02 aulas)
1)      Apresentação do tema;
2)      Divisão de Grupos;
3)      Apresentação da temática proposta no livro didático:
a.       Questão a ser discutida;
b.      Argumentos a favor: fatos, exemplos, consequências.
c.       Contra-argumentos;
d.      Papel assumido na mesa-redonda (pai, mãe, adolescente, moderador).
4)      Marcar a data para a apresentação.
5)      Avaliação do trabalho.

Trabalhar as características do gênero crônica bem como os seus  aspectos linguísticos a partir do texto “Antes que elas cresçam”. (03 aulas).
               CRONOGRAMA SEMANAL: 9º ANO
              2ª Semana de Agosto – 08 a 12/08
Direcionamento para o Debate Argumentativo: (02 aulas)
1)      Apresentação do tema: O que faz alguém ser um herói no Brasil?
2)      Divisão de Grupos (03 grupos);
3)      Apresentação da temática proposta no livro didático:
a.       Posição dos integrantes do grupo: relator, debatedor, moderador.
b.      1ª Parte: Argumentos usados por cada debatedor;
c.       2ª parte: Intervenção entre os debatedores: defesa;
d.      3ª parte: Avaliação por parte da plateia.
4)      Marcar a data para a apresentação.
5)      Avaliação do trabalho.

Leitura e interpretação da crônica “Eu queria Ter e Ser” visando a introdução dos estudos gramaticais – concordância verbal. (03 aulas).